Eu...meus reflexos...

Meu canto :território livre

Esse é meu canto onde livre vou descansar criando e compartilhando com quem estiver junto sem a preocupação com costumes, conceitos ou regras de comportamento ou com opiniões de certo ou errado.Território livre...onde as palavras não serão usadas para explicar nada, a arte será apenas contemplada e compartilhada.
Que palavras?Que Arte?Qualquer uma....as que me der vontade de escrever ...Liberdade!Quero soltar o verbo e exercitar meu momento,seja ele qual seja e contar muitas e muitas de minhas histórias...
Portanto venham,leiam,olhem, comentem porem mas desarmados,aqui ninguem sabe mais que o outro,no campo da palavra quanto mais lemos, ouvimos, pensamos ou refletimos mais temos noção de não saber nada.
Porque aqui podemos viver entre sonhos e delírioss...

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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Sou toda


Sou toda pernas, braços, pés e mãos...
Sou orelhas, nariz e boca...
Sou pescoço, seios e sexo...
Sou gente, mulher, fêmea...
Sou palavras, gemidos e sussurros...
Sou mulher, namorada, sempre amante...
Sou tanta coisa...
Sou coisa nenhuma...
Sou mesmo a que deseja sua ser.
Catiaho Alc.
Reflexos d'Alma entre sonhos e delírios

0106012 0110

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Riso de canto de boca




O telefone toca, olha, mas já não mais chama, confere o numero que desconhecido não inquieta, logo em seguida entra uma mensagem que lê e não acredita em tamanha ousadia. Balbucia um palavrão enquanto relê o escrito ali, nesse misto de susto, surpresa, sonho e fantasia de imediato a cabeça ferve, alias ambas; ri de canto de boca como em momentos raros.
Desliga o telefone, entende que terá que aproveitar, pois por um dia inteiro não darão por sua falta, não terão tempo de procurá-lo, nem sequer cogitarão se existe, todos estão envolvidos em algo maior programado pra esse dia com certa antecedência, já se preparara para nada fazer até que o solicitem somente à noite. Depois do inusitado a verdade é que não tem tempo a perder,
Sangue fervendo e mente fervilhando terá que manter a concentração para dirigir até onde deve e quer estar; calcula o tempo. Religa o telefone e relê o escrito, desliga e rápido reúne o que precisa e se projetando pra dentro do carro arrancando com segurança, porém com a pressa dos que tem pouco tempo a perder.
Agora vez ou outra ri de canto de boca e percebe isso pelo espelho; deixa que arrepios corram de alto a baixo parando entre as pernas, outras vezes conversa com ele na tentativa de cessar a teimosia que o mantém de prontidão.
Dirigindo com pressa, lembra do poema e recita quase sem perceber:
Agora sim, Café com pão, Voa, fumaça, Corre, cerca Ai seu foguista, Bota fogo, Na fornalha, Que eu preciso Muita força, Muita força, Muita força...
O que o leva a passar a mão entre as pernas mais uma vez e a olhar para o relógio em seguida; logo esta no meio do nada, mas onde sem dúvida acontece uma grande conspiração a favor dos que ousam sonhar.
Engraçado já fez esse caminho tantas vezes e não notara aquele lugar em especial... É inusitamente novo.
Para o carro, liga o telefone e mais uma vez lê e relê o que ali esta escrito... desliga novamente e segue em direção ao lugar indicado, na recepção já o aguardam com as chaves.
Lugar simples, encantadoramente decorado combinando o moderno com o rústico. Na verdade só nota porque tem que passar pelos espaços, tropeça num tapete, mas com a destreza dos atentos se mantém de pé, como seu todo se mantém...
A porta que corresponde ao numero tem um ' não perturbe' preso... mas apenas encostada se encontra. Entra e lá dentro tudo é luz, janelas e cortinas abertas, natureza desavergonhadamente exuberante contraste entre o verde e o colorido da primavera... na cama, totalmente inerte se encontra o alvo de seu pecado, o objeto de seus devaneios e sua noites de inquietação constante já há algum tempo...
 Chega mais perto da cama constatando que nada há sobre ao corpo que não a pele que do sol mantém a cor... Como que hipnotizado não pela figura, mas pelo momento; perde a ação e a atitude, como menino diante de seu bolo de aniversario sem perceber vê-se puxado para o meio da cama, tem sua roupa tirada com cuidado enquanto cada parte descoberta é beijada e acariciada como tesouro precioso, a mão para no centro desse ser que não se entrega, mas que também pra si a ação retém... Mas que permite ser explorado e depois levado ao banho não para acalmar os ânimos e sim para prosseguir a cada passo juntos, como se assim nascidos tivessem sido... E da calma fez-se pressa, do sentimento excitação, do banho fez-se aproximação.
Ali não havia céu ou inferno, bem ou mal...
Apenas dois serem que se desejavam ter, ora ela o tinha, ora ela se fazia ter, davam-se e recebiam-se, lambiam-se e deixavam-se lamber, como animais no cio, como que se única chance fosse essa que iriam ter. Coisa de gente que não precisa avaliação fazer, ele dentro dela que gemia, ela dentro dele o fazia de prazer tremer e estremecer, riso e choro em êxtase por todo tempo se fazia...
O que falavam somente a eles pertencia, nem o poeta talvez soubesse descrever...
Assim a manhã fez-se tarde, logo à tarde trás fim do dia...
Cama desfeita, janelas e cortinas já não mais abertas se faziam...
Da forma que tudo começou agora já fim se fazia, já fizera vestido, ainda em riste, mas pronto pra vida seguir, do jeito que se deixou ser por ele encontrada ali em despedida sem choro ficou.
Ele sai de costas até a porta para não perder a última visão d’ela sobre a cama, só a pele por vestimenta, pernas entreabertas em adeus quase agonia...
Ela fecha os olhos antes de vê-lo partir,
Ele fecha a porta e segue de volta tropeçando no mesmo lugar da entrada, sem graça entrega a chaves e sem pressa entra no carro,
Mais querendo ficar do que ir...
Na mente a canção com outra divergia: já esta na hora de ir... com a outra
Amanhã de manhã... vou pedir um café pra nos dois...
“““ “““ Liga o telefone por instinto e ha uma mensagem que lê: outra frase de canção:” no seu corpo o meu momento é mais perfeito” apaga e agora já é quase fixo o riso de canto de boca que o faz respirar fundo e ir de vez...
Nada mudara... ainda...
A viagem será rápida dessa vez e com a certeza de que ainda volta inteiro aos que o tem de fato,
Volta o homem de sempre.
Porém só um pouquinho mais feliz e com aquele riso de canto de boca ainda mais acentuado... Se sonho ou fantasia, se segredo ou devaneio, já não importa, o vento refresca a face e em fim assim logo de volta onde ainda não procurado tinham, liga o telefone, apaga tudo que deve somente na mente ser lembrado, deixa  ligado e se deixa só guardar para si esse dia saboreando seu destilado em brinde que só ele e ela saberiam...
 Reflexo d'Alma entre delírios e delírios 23201204011


domingo, 24 de julho de 2016

Sou toda...


Sou toda pernas, braços, pés e mãos...
Sou orelhas, nariz e boca...
Sou pescoço, seios e sexo...
Sou gente, mulher, fêmea...
Sou palavras, gemidos e sussurros...
Sou mulher, namorada, sempre amante...
Sou tanta coisa...
Sou coisa nenhuma...
Sou mesmo a que deseja sua ser.
Catiaho Alc.
Reflexos d'Alma entre sonhos e delírios

0106012 0110

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Observando ....Vida Virtual desculpa pra quem quer se esconder de si mesmo

Observando... Absorvendo
Tento não aceitar que a verdade é que o mundo de hoje é um mundo de mentira,não falso,mas sim insubstâncial.O seres se apropriaram dessa coisa do virtual para se manterem cada vez mais em forma de fantasmas.Ninguém tem endereço ou identidade de verdade. Marisneide tem como fake Josefine Stuart essa a fake usa perfume francês, só anda de táxi , usa joias, salto alto todo tempo. No sexo virtual ela é imbatível,até sexo oral via can.Há também o Asdrovaldo que tem por fake o nome Drumon Meireles, usa caçados italianos,tem lançha , vive em um luxuoso flat, viaja o mundo de tempos em tempos.Ambos casados , enfiados em suas vidinhas de verdade medíucre,medíucre enquanto a vida virtual é uma verdadeira festa diária.São muitos relacionamentos ao mesmo tempo nessa coisa do contato virtual....Virtualmente que pessoas altruístas, cultas,sabias, limpas a ao mesmo tempo sujas porque usam de suas identidades pra chamar atenção, conquistar e abandonar sem dó nem piedade...exatamente por é virtual.Se algum dia algum desse fantasmas resolve ter coragem e partir pra um conhecimento real é um desastre.Porque um usa peruca, o outro anda de chinelos, os assuntos cultos , esses não existem sem que protegidos e instruídos pelo Sr Google onde nenhum assunto é impossível de ser entendido ou sabido. Se apesar dos silêncios enquanto pensam :que merda fui fazer vindo aqui? forem firmes e partirem pra conferir o que faziam tão bem diante da can...aí sim a coisa pode ficar definitivamente impossível.
Ah eu cá no meu raciocínio de gente pra gente prefiro ter definido bem claro em todo tempo quem sou, que penso e o que estou fazendo na net.Não digo que sou feia nem bonita, até porque eu sou quem sou queira eu não queria.Sou poeta e reafirmando digo logo e sempre com quem comvivo na net que sou Catiaho de Catia e meu sobrenome junto pra compor que Pasargada é meu estado de espírito, aos desinformados Manuel Bandeira descreve em seus poema perfeitamente Pasargada como estado de espírito e que meu paraiso é o ES,longe de tudo e de todos.Também deixo claro como agua de beber que me conhecer virtualmente é quase certeza de que um dia o encontro pessoal acontece.Isso porque não sou um blefe, nem um fake.Aliás é bom deixar claro que não tenho nada contra a identidades criadas,porém prefiro dizer tudo que penso de cara limpa.Se querem saber,não escrevo uma linha sob a influencia de algo irreal.Tudo pra mim é de verdade.
Lamento ser uma exceção, alias ...lamento não.
Porque nada é mais lindo que um olho no olho ,um abraço apertado entre dois amigos. Foi assim que abracei o Lê semana passada em SP,abracei de verdade,delícia de sensação.
Então amigos do mundo virtual se não querem correr o risco de serem além do mundo virtual:me deletem enquanto é tempo,quem avisa...já sabem...
Meu mundo virtual é real e ainda assim não abro mão de viver Intensamente entre Sonhos e Delírios

Catiaho Alcantara /Reflexo d'Alma